Ele se chamava Luiz, ela, Anna. Eles nem se conheciam, mas eram almas gêmeas. Anna estava no ônibus e Luiz, que justo naquele dia teve seu carro estragado, teve de pegar ônibus e estava ao seu lado, mas nem sequer se olharam. Desceram na mesma parada, entraram no mesmo prédio; ele ia trabalhar, enquanto ela ia procurar emprego. No meio do caminho, o celular do homem tocou e ele teve de ir ao banco resolver um momento. Anna seguiu seu rumo e foi ao local onde estava programada sua entrevista. Chegando lá a avisaram de que o homem que faria sua entrevista tivera de sair por um instante e que então por ora ele seria substituído por outra pessoa para que Anna não perdesse a viagem. Mal sabia ela que o tal homem que saíra era Luiz.
Outro dia, na fila da padaria os dois novamente estavam no mesmo recinto sem trocar uma palavra ou um olhar sequer. Por descuido, Anna deixou sua chave cair e abaixou-se para pegá-la. Luiz, percebendo o que aconteceu, abaixou-se também para ajudá-la. Distraídos, os dois nem notaram os movimentos do outro, quando então, de relance seus olhares se cruzaram e suas mãos se tocaram no intuito de alcançar a chave. Anna, sem jeito e com as faces coradas, agradeceu, pagou o pão no caixa e foi embora.
Ao sair da padaria, seu celular tocou e ela soube que fora admitida no emprego o qual havia feito a entrevista.
No dia seguinte, Anna chegou ao novo trabalho e foi ter com a recepcionista, esta que falou-lhe dos seus deveres e dos métodos do lugar. Logo em seguida foi apresentar-lhe o seu patrão, dizendo:
-Este é o Dr.Luiz, presidente da empresa.
Naquele instante os olhares dos dois se cruzaram mais uma vez, desta vez longa e reflexivamente, e assim reconheceram-se e inexplicavelmente seus corações bateram de maneira acelerada.
E a partir daquele momento eles desejaram nunca mais estar separados.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
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6 (des)enredos:
Que fofoo!
Parecia até que eu estava assistindo a cena. Você conseguiu me transportar para a história.
Parabéns, o texto ficou muito legal!
Beijinhoos ;*
Ah, não sou muito a favor de namorar alma gêmea não. Deve ser uma chatice namorar alguém igual a mim, rs.
Mas boa sorte pros dois! Tomara que eles encontre pontos em desacordo pra que haja fermento na relação.
Beijos.
Bela história !
As vezes o destino nos prega peças mesmo, essa foi uma delas, muito agradável por sinal ; D
Destino é destino né!
lembra de mim?
passa lá no meu novo blog..
só pra variar...hahaha
aki como sempre ta demais...
bjus pri
adoreii!
o doce acaso da vida. todo mundo quer ter um assim né.
:]
beeijos
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