"Minhas desequilibradas palavras são o luxo do meu silêncio."
[Clarice Lispector]


quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Dum vita est, spes est

Quase me esqueço de mim mesma
Sobrevivendo pelo seu ar, por sua lembrança
Respirando as últimas fagulhas de vida,
Perco-me entre sorrisos e devaneios

E a noite hoje está tão estrelada...
São teus olhos iluminando minha insônia enegrecida
E o interior meu que se esvai, sem pressa.
Detenho-me aos teus traços descritos por olhos vedados
           
E o sono chega, levando mais uma noite minha,
e mais algumas horas..
Mas me deixa mais um dia de novas esperanças,
e uma ponta de incerteza,
afinal, quem sabe o dia de amanhã?

7 (des)enredos:

David Marinho disse...

Ninguem sabe e ainda bem ne? Assim saberemos que pode ser tudo o que nos imaginarmos que seja. :D

Beijoo

disse...

Ainda bem q n sabemos como será amanhã, seria sem graça caso soubéssemos.

;)

Eolo, Senhor dos Ventos... disse...

Amanhã? Não sabe.
Talvez esteja longe, talvez tenha passado.
Ou quem sabe, ainda, guardado no vasto universo dentro de nós, ou fora.

Excelente texto, parabéns.

Luz.

Iterashai.

"Sofi@" disse...

Se ninguém sabe o dia de amanhã, é por alguma razão não achas.
E por isso mesmo deves viver o presente intensamente, mas com juizinho.
Beijo

paradoXos disse...

beijos - saudades!

Bruxinhachellot disse...

Saber mesmo ninguém sabe, mas somos mestres em especular. Linda poesia.

Beijos doces de sol e de lua.

Nathi disse...

A nossa única surpresa real que nunca falha é o amanhã...

Que bom, pois num mundo mergulhado no tédio e na mesmice, ao menos o amanhã ainda não nos pertence!!

^^