Quase me esqueço de mim mesma
Sobrevivendo pelo seu ar, por sua lembrança
Respirando as últimas fagulhas de vida,
Perco-me entre sorrisos e devaneios
E a noite hoje está tão estrelada...
São teus olhos iluminando minha insônia enegrecida
E o interior meu que se esvai, sem pressa.
Detenho-me aos teus traços descritos por olhos vedados
Sobrevivendo pelo seu ar, por sua lembrança
Respirando as últimas fagulhas de vida,
Perco-me entre sorrisos e devaneios
E a noite hoje está tão estrelada...
São teus olhos iluminando minha insônia enegrecida
E o interior meu que se esvai, sem pressa.
Detenho-me aos teus traços descritos por olhos vedados
E o sono chega, levando mais uma noite minha,
e mais algumas horas..
Mas me deixa mais um dia de novas esperanças,
e uma ponta de incerteza,
afinal, quem sabe o dia de amanhã?
Mas me deixa mais um dia de novas esperanças,
e uma ponta de incerteza,
afinal, quem sabe o dia de amanhã?
7 (des)enredos:
Ninguem sabe e ainda bem ne? Assim saberemos que pode ser tudo o que nos imaginarmos que seja. :D
Beijoo
Ainda bem q n sabemos como será amanhã, seria sem graça caso soubéssemos.
;)
Amanhã? Não sabe.
Talvez esteja longe, talvez tenha passado.
Ou quem sabe, ainda, guardado no vasto universo dentro de nós, ou fora.
Excelente texto, parabéns.
Luz.
Iterashai.
Se ninguém sabe o dia de amanhã, é por alguma razão não achas.
E por isso mesmo deves viver o presente intensamente, mas com juizinho.
Beijo
beijos - saudades!
Saber mesmo ninguém sabe, mas somos mestres em especular. Linda poesia.
Beijos doces de sol e de lua.
A nossa única surpresa real que nunca falha é o amanhã...
Que bom, pois num mundo mergulhado no tédio e na mesmice, ao menos o amanhã ainda não nos pertence!!
^^
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